António Viana Barreto
António Facco Viana Barreto (Lisboa, 15 de fevereiro de 1924 - 12 de maio de 2012)[1] foi um arquiteto paisagista português.
Biografia
Entre a sua obra destacam-se:
- O jardim da Torre de Belém, oficialmente jardim António Viana Barreto, (Lisboa) (1954)[2]
- Os jardins da Biblioteca Nacional de Portugal (Lisboa)[2]
- Os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, com Gonçalo Ribeiro Telles[2]
- A remodelação da Quinta das Conchas e Lilases, no Lumiar (Lisboa)[2]
António Viana Barreto fez igualmente carreira na Administração Pública em serviços como a Direção-Geral dos Serviços de Urbanização e a Direção-Geral de Planeamento Urbanístico, tendo sido Diretor-Geral de Ordenamento do Ministério da Qualidade de Vida.
Prémios
Juntamente com Ruy Jervis Athouguia, Alberto Pessoa, Gonçalo Ribeiro Teles e Pedro Cid ganhou o Prémio Valmor 1975, pelo conjunto arquitetónico: Sede, Jardins e Museu da Fundação Calouste Gulbenkian.
Referências
- Morreu Vianna Barreto, o homem que dedicou a sua vida a pensar a paisagem em Portugal Arquitecturas, 15.5.2012
- «Forte de Sacavém acolhe espólio de arquitectos paisagistas pioneiros». Público.pt. 20 de janeiro de 2006. Consultado em 15 de outubro de 2008
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