Francisco Antônio de Oliveira Lopes

Francisco Antônio de Oliveira Lopes (Barbacena, 1 de maio de 1750Porto Belo, 1794) foi um coronel, fazendeiro e minerador, implicado na Inconfidência Mineira.[1][2][3]

Francisco Antônio de Oliveira Lopes
Nascimento 1 de maio de 1750
Barbacena
Morte 1794
Moçambique
Cidadania Brasil
Ocupação minerador

Residia, com a família, na fazenda da Ponta do Morro, em Prados, na capitania de Minas Gerais.[2]

Por sua riqueza, foi um dos poucos envolvidos na Inconfidência motivados por idealismo, ao invés de problemas financeiros. Obeso, era chamado de "come-lhe milho" pela sua grande velocidade ao falar.

Biografia

Filho de José Lopes de Oliveira e Bernardina Caetana do Sacramento, era bisneto de Antônio Barbosa Matos, e primo de Domingos Vidal Barbosa Lage. Outra prima, Bernardina Quitéria, era esposa de Joaquim Silvério dos Reis.

Francisco Antônio desposou Hipólita Teixeira de Melo Carvalho,[4] autora do famoso bilhete:

"Tiradentes foi preso no Rio. Quem não é capaz para as coisas não se meta nelas. É melhor morrer com honra que viver em desonra. Quem não reagir será preso. Convoquem a tropa do Serro e façam um VIVA O POVO!"

Estéreis, adotaram um sobrinho de Bárbara Eliodora, Antônio.

Por seu envolvimento no movimento da Inconfidência, foi condenado ao degredo perpétuo em Moçambique, juntamente com Tomás Antônio Gonzaga e José Ayres Gomes, para o qual partiu em 25 de maio de 1792.

Referências

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