La joie de vivre
La joie de vivre é um romance de Émile Zola publicado em 1884. Foi editado pelo menos duas vezes em Portugal com o título A alegria de viver.
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| A alegria de viver (PT) | |||||||
| Autor(es) | Émile Zola | ||||||
| Idioma | Francês | ||||||
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| Gênero | Romance | ||||||
| Editora | G. Charpentier | ||||||
| Lançamento | 1884 | ||||||
| Edição portuguesa | |||||||
| Tradução | Coriolano Leite | ||||||
| Editora | Guimarães & Ca | ||||||
| Lançamento | 1915 | ||||||
| Páginas | 2 volumes (176p +185p) | ||||||
| Cronologia | |||||||
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Análise da obra
Trata-se de um romance algo desconcertante, mas ao mesmo tempo grandioso, sobre a luta da humanidade como colectivo, e do ser humano individualmente, contra forças que lhe são superiores, as quais nunca poderá vencer, e que são fundamentalmente as forças da natureza.
Isto vem abrir algumas perspectivas diferentes nas interpretações sobre o naturalismo e o romance naturalista, e sobre a mensagem que Émile Zola procurava transmitir. É épica a luta dos personagens para dominar o mar e para dominar a doença, mas o resultado será inevitável e resultará em tragédia.
O destino dos personagens é trágico, e o cenário é algumas vezes de pesadelo, mas quando não há tempestade o mar é tão belo e acolhe aqueles que se amam, quando momentaneamente libertos da doença e das intrigas. E mesmo nos momentos difíceis é visível a força e a coragem dos que procuram vencer. Só pode estar aí a alegria de viver.