Prémio Revelação de Ficção APE/IPLB

O Prémio Revelação de Ficção APE/DGLB é um prémio literário instituído pelo Associação Portuguesa de Escritores. Desde 2005 é designado por Prémio Revelação APE/IPLB, com o patrocínio da Babel. O prémio é atribuído à melhor obra inédita de autores que nunca publicaram nenhuma obra na modalidade de Ficção, desde 1978 (com interrupções). [1]

Vencedores

  • 1978Mário Duarte com Aquário: reportagens poéticas de um asilo holandês para velhos
  • 1979Miguel Real com O outro e o mesmo
  • 1981António Manuel Freire Valente com Para um romance de Clara
  • 1982 - Almeida Faria com Cavaleiro Andante
  • 1986Eunice Cabral com O Azul Deserto da Tarde; José Augusto dos Santos Brás com Vindimas no Capim
  • 1987Judite Jorge com Notas para um discurso de Amor
  • 1988Manuel Mengo com O que restou da sereia
  • 1989Ana Teresa Pereira com As personagens; Alberto Oliveira Pinto com O Senhor de Mompenedo
  • 1990Carlos Moura com A Sala
  • 1991Maria do Céu de Menezes Moura com Três Histórias com Final Feliz
  • 1994Carlos Gouveia e Melo com A Escada; Risoleta Natálio com O Aniversário; Odílio Nunes com Sónia e Nuno, Extractos de uma paixão
  • 1996António Sampaio Gomes com Crónicas inocentes; Margarida Fonseca Santos com Uma pedra sobre o rio
  • 2004Filipa Martins com Elogio do passeio público; Gabriel Magalhães com Não tenhas medo do escuro

Referências

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