Cirrhaea longiracemosa

Taxonomia

A espécie foi descrita em 1934 por Frederico Carlos Hoehne.[1]

Forma de vida

É uma espécie epífita e herbácea.[2]

Conservação

A espécie faz parte da Lista Vermelha das espécies ameaçadas do estado do Espírito Santo, no sudeste do Brasil. [3]

Distribuição

A espécie é endêmica do Brasil e encontrada nos estados brasileiros de Espírito Santo e São Paulo. [2][4][5] A espécie é encontrada no domínio fitogeográfico de Mata Atlântica, em regiões com vegetação de floresta ombrófila pluvial.[2]

Referências

  1. «Cirrhaea longiracemosa». www.gbif.org (em inglês). Consultado em 18 de abril de 2022
  2. «Cirrhaea longiracemosa Hoehne». floradobrasil2020.jbrj.gov.br. Consultado em 18 de abril de 2022
  3. «IEMA - Espécies Ameaçadas». iema.es.gov.br. Consultado em 12 de abril de 2022
  4. Pansarin, Ludmila M.; Pansarin, Emerson R.; Sazima, Marlies (1 de novembro de 2014). «Osmophore structure and phylogeny of Cirrhaea (Orchidaceae, Stanhopeinae)». Botanical Journal of the Linnean Society (3): 369–383. ISSN 0024-4074. doi:10.1111/boj.12206. Consultado em 27 de abril de 2022
  5. Pansarin, Ludmila M.; Pansarin, Emerson R.; Gerlach, Günter; Sazima, Marlies (julho de 2018). «The Natural History of Cirrhaea and the Pollination System of Stanhopeinae (Orchidaceae)». International Journal of Plant Sciences (em inglês) (6): 436–449. ISSN 1058-5893. doi:10.1086/697997. Consultado em 27 de abril de 2022

Ligações externas

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