Direitos humanos na Nigéria
O Departamento de Estado dos Estados Unidos da América, em seu relatório do ano de 2005 a respeito das práticas dos direitos humanos pelo mundo, constatou que o relatório dos direitos humanos da Nigéria não era satisfatório, sendo considerado até mesmo "pobre". De acordo com o relatório, os membros do Governo nigeriano e a polícia foram responsáveis por "sérios abusos", incluindo-se assassinatos motivados politicamente, utilização da força e de armas letais contra suspeitos e a cobertura/conexão de militantes no Delta do Níger, espancamento e tortura de suspeitos, detentos e simpatizantes e a extorsão de civis. Houve, ainda, outros tipos de abuso como o uso da violência, discriminação, mutilação genital feminina, prostituição e trabalho infantil e tráfico de pessoas.[1]
| República Federal da Nigéria |
![]() Este artigo faz parte da série: |
|
Portal:Nigéria · Portal:Política Atlas |
Em concordância com esses abusos estava a aplicação da Lei islâmica (sharia) em 12 estados do nordeste do país. As punições impostas pela sharia incluiam amputação, apedrejamento e flagelação, entretanto não havia qualquer imputação de sentença de morte. Além disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos da América percebeu que havia restrições quanto à liberdade de expressão, imprensa, congregação e manifestação pública, religião, circulação e privacidade.[1]
Ver também
Notas
- Text used in this cited section originally came from: Nigeria profile from the Library of Congress Country Studies project.
Referências
Este artigo incorpora material em domínio público do sítio eletrônico ou documento de Estudos sobre Países da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
Ligações externas
- «Censo Nigéria» (em inglês)
- «MASSOB-Movimentos de soberania e Grupos separatistas» (em inglês)
- «Nigéria - relatórios, documentos e fontes» (em inglês)
- «Relatos de tortura na Nigéria» (em inglês)

