Juan Antonio Gaya Nuño
Juan Antonio Gaya Nuño (Tardelcuende, Província de Sória, 1913 — Madri, 1976) foi um historiador e crítico de arte espanhol.[1]
| Juan Antonio Gaya Nuño | |
|---|---|
| Nascimento | 29 de janeiro de 1913 Tardelcuende |
| Morte | 6 de julho de 1976 (63 anos) Madrid |
| Cidadania | Espanha |
| Progenitores |
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| Cônjuge | Concha de Marco |
| Irmão(ã)(s) | Benito Gaya Nuño |
| Alma mater | |
| Ocupação | historiador de arte, crítico de arte, escritor |
| Obras destacadas | La pintura española fuera de España ; historia y catálogo |
Sua obra foi bastante extensa e caracterizada por sua erudição e independência crítica. Destacam-se nela a visão apaixonada pela arte espanhola, seus estudos monográficos sobre pintores clássicos e contemporâneos, como Bartolomé Esteban Murillo, Francisco de Goya, Diego Velázquez, Francisco de Zurbarán, Luis de Morales, Fernando Gallego e também Juan Gris, Francisco Cossío e Pablo Picasso, entre outros, assim como pela visão geral de seus manuais de história da arte e de seus guias de museus.
Pertenceu à Hispanic Society of America de Nova Iorque e ao Instituto de Coimbra.
Referências
- «Juan Antonio Gaya Nuño | Real Academia de la Historia». dbe.rah.es (em espanhol). Consultado em 11 de julho de 2023
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